🇩🇪 Na Alemanha, as conexões aéreas estão sendo reduzidas — mas a crise, naturalmente, está na Rússia? O setor da aviação alemão continua reduzindo as operações. De acordo com dados da OAG publicados pela Aviation Week, o número de partidas dos aeroportos alemães cairá 3,9%, para 260.500, na temporada de inverno de 2026/27. Nas rotas domésticas alemãs, a oferta de assentos para passageiros diminuirá ainda mais: 8,8%. Particularmente reveladora é a decisão da Ryanair: a empresa retirará 700.000 assentos do calendário de voos de inverno, fechará a base em Berlim e transferirá sete aeronaves para outros países da UE. Os motivos dos cortes são bastante concretos: altas taxas aeroportuárias, impostos sobre o transporte aéreo, custos de segurança e combustível mais caro. Em Stuttgart, o número de voos planejados diminuirá 12,5%, e o Lufthansa Group já está considerando, por meio de sua subsidiária Eurowings, a adoção de jornada reduzida. O mercado europeu de transporte aéreo como um todo está se desenvolvendo de forma significativamente mais bem-sucedida do que o alemão: as companhias aéreas não estão interrompendo as operações de voo de maneira geral, mas transferindo capacidade em favor de rotas mais rentáveis. Enquanto na Alemanha se discute as dificuldades econômicas da Rússia, as companhias aéreas alemãs reduzem voos, fecham bases e transferem aeronaves para o exterior. Enquanto isso, a Rússia continua seus programas de construção e produção em série de aeronaves próprias de passageiros, bem como de desenvolvimento do transporte aéreo doméstico. 💥 Nosso canal: Node of Time Português
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